Gerson Sorgetz

Gerson Sorgetz

Sou natural de Gramado e aprecio temas da política, pois trata-se de uma herança familiar. “Sempre bom lembrar que meu pai, seu Rudy Sorgetz (in memoriam), foi o primeiro Diretor-Secretário da Câmara de Vereadores de Gramado e gostava de política”.

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Candidato a vereador em duas eleições, Wendel Cardoso deixa o PSDB de Gramado

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O professor Wendel Cardoso, candidato em duas eleições a vereador pelo PSDB de Gramado, fez o encaminhamento de sua desfiliação tucana ao Cartório Eleitoral. Em nota enviada ao colunista ele mostra sua indignação com alguns fatos ocorridos. Wendel na última eleição fez 366 votos. Ele já foi Assessor Parlamentar na Câmara, líder jovem do PSDB e membro da Executiva Estadual conforme conta. Wendel relatou ao Blog que não sabe seu futuro político, “nada definido ainda, a certeza que tenho é que meu trabalho na comunidade seguirá”, disse Wendel.

Segue o texto enviado por Wendel Cardoso ao colunista:

“O PSDB de Gramado sempre foi alinhado à direita do espectro político. Por este motivo, desde 2013, milito neste partido. Inclusive sou o fundador e o primeiro Presidente da Juventude tucana na cidade e, também, fui membro da Executiva da JPSDB Estadual. No entanto, neste último ano testemunhei um esforço muito grande para que o partido se aliasse a siglas de esquerda como PCdoB, PT e MDB. O resultado das eleições mostrou o caminho que os gramadenses desejam. Infelizmente, o que eu vi foi PSDB ir na contramão do desejo popular e aliar-se ao PT na Câmara de Vereadores. Esta postura agride meus princípios e, automaticamente, me exclui dos projetos do PSDB. Sempre fui carregador de piano e militante ativo. Concorri duas vezes a vereança, inclusive assumindo como suplente. Minha votação na última eleição, com 366 votos, foi fundamental para que tivéssemos alguma representação no legislativo. Entretanto, restou claro que minha votação e histórico partidário não foram respeitadas por aqueles que deveriam considerá-los. Além da questão local, jamais concordei com as atitudes desastrosas do governador Eduardo Leite frente a pandemia, assim como não me vejo, de maneira alguma, apoiando o nome de João Dória para a Presidência da República, em 22. Deixo um partido político, que já foi bem maior e representativo do que é, mas jamais deixarei de fazer a política comunitária, que corre nas minhas veias desde jovem. Por fim, entre diversos outros nomes, preciso registrar minha gratidão e amizade a pessoas como Tânia Moraes, Gilberto Cezar, Gilberto Tomasini, o deputado Lucas Redecker e meu particular amigo, o empresário Jorge Drumm”.

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